Ao mesmo tempo, a saída não parece ser uma caça às bruxas tecnológica. O próprio debate nas universidades aponta um caminho mais realista: ensinar onde a IA ajuda e onde ela atrapalha – e redesenhar avaliações para exigir o que chatbot não entrega sozinho, como explicar o raciocínio em voz alta, sustentar escolhas e trabalhar...
