Essa mudança mexe com uma engrenagem bem-sucedida do marketing. Bancos venderam a casa que representaria estabilidade. Automóveis, ascensão. Educação, carreira. Luxo, sucesso. Beleza, transformação. Consumir também significava encurtar a distância entre a vida que se tinha e aquela que se imaginava alcançar. A publicidade se tornou especialmente boa em dar forma a esse “depois”. Só...
